A cultura conquistou espaços e deve mantê-los

A cultura da cidade conquistou diversos espaços para sua organização e disseminação na população durante o governo de Rita e Cristiano. “A construção de espaços é um dos elementos vital para reter talentos e estimular a paixão pelas diversas modalidades culturais na cidade”, afirma Amon Costa, diretor-presidente da Fundarc de 2009 a 2011, que coordenou a equipe responsável pelos avanços. Veja abaixo, o relato de Amon.

MAIS ESPAÇOS PARA A CULTURA
Nossa gestão foi responsável por reformar o Museu Municipal e reabri-lo, reorganizando sua equipe, depois de 11 anos fechado à comunidade em decorrência de um incêndio. Muito além de reabrir um espaço físico, também reestruturamos o Departamento de História, com uma ampla reforma legal;
Elaboramos, debatemos, planejamos e construímos o Quiosque da Legalidade/Cultura, um dos maiores e melhores aparelhos culturais do município, agora disponível a toda a cidade;
Em 2011, licitamos e contratamos a reforma do Cineteatro, assinando o contrato em outubro. Esta importante obra ficou parada em função da dificuldade em convencer a maioria da Câmara de Vereadores para liberar um recurso extra no orçamento da Fundarc. O projeto assinado em outubro de 2011 previa acessibilidade universal e melhores condições de trabalho para os artistas e segurança para os usuários.
Instalamos telecentro com 10 computadores, dois mil livros e mobília especializada na Biblioteca Pública Municipal, com recursos do Governo Federal a fundo perdido. Além disso, investimos mais de R$ 7 mil reais em novos livros;
Reformamos completamente a Fonte do Forno, um dos bens tombados pelo patrimônio histórico da cidade;
Criamos o projeto Parque Aberto, que deu vivacidade e movimento ao Parque de Eventos, que estava subutilizado. Organizamos encontros de vários segmentos sociais e culturais como retiros da igreja católica, bandas gospel, som automotivo, comunidade cigana, evangélicos, juventude, hip hop, música, escoteiros, montain bike (em parceria com a Secretaria do Esporte), projeto galpão de todos e acrobacia de motos, dentre outros.
Reativamos a Banda Municipal, que, pela primeira vez em sua história, teve um local próprio para ensaio na Subprefeitura da Morada do Vale. Adquirimos instrumentos novos e recrutamos mais músicos. O estabelecimento da banda num bairro popular foi uma oportunidade de aproximar este ramo musical da comunidade, conquistando adeptos;
Organizamos diversos eventos e todos eles dialogavam com as feiras da economia popular e solidaria, fortalecendo os laços entre cultura a artesanato, eventos de massa e produtos locais de lanches e comidas.
“Foram quase três anos de muitas realizações na Fundarc, realizações que deixaram as bases para novos avanços, que devem ser exigidos pela comunidade cultural”, destaca Amon.

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